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23 anos, malabarista de versos, médico veterinário, carente profissional. Protagonista do sentir, dos verbos "ser" e "estar".

Castelo

Baby, sei que estou perdido,
construindo sonhos que estão mais para delírios,
protagonizando vidas certamente incertas, 
que desatam sempre n’um piscar de olhos abertos.

Acasos tão premeditados, 
velhas novidades queimam meu corpo em pecado…
Trago em minhas mãos a poesia, o triz da ruína,
noites de insônia, resquícios de nicotina.


Para que fingir?
Os sentidos não podem mentir,
nosso corpo emana.
Feito um pé de maçã,
semente casta que no amanhã brota para o pecado.
E assim rolam os dados.


O tempo escorre sozinho,
entre o silêncio e o aplauso ecoa o ruído,
que devasta a minha mente, que me deixa despido,
que desarma a minha boca que só disparou sorrisos.

Nem todas as paredes do mundo vão salvar você de você mesmo, 
e eu sei, não há escudo contra o que agride por dentro, contra o que nos abriga,
mas a vida é assim mesmo…
Para mim basta. 
Vá, sorria.


Para que fingir?
Os sentidos não podem mentir,
nosso corpo emana.
Feito um pé de maçã,
semente casta que no amanhã brota para o pecado.
E assim rolam os dados.


Basta fingir.

— 1 year ago
#MUDARTE  #malabarismo  #alejandro leão